Clube do Internauta


07/06/2005


Excesso de velocidade

Estava o português a trafegar pela Freeway a 130 Km/h. E lá pelas tantas foi flagrado no radar por uma barricada. Mandaram-no encostar. Chegou o guarda dizendo-lhe:

- O senhor acabou de transgredir uma das regras do nosso Código Brasileiro de trânsito! O senhor não se envergonha? Vou ter que lhe aplicar penalidades severas!

E o português não admitindo o erro:

- Mas como? Negativo! Não acredito.... não pode ser! Isso é um absurdo! De onde vocês tiraram isso? Como é que vocês sabem?

- Simples, meu senhor. Detectamos no radar escondido lá atrás daqueles arbustos - disse o guarda apontando para uma moita. E o português burro, sem conhecer a tal novidade tecnológica:

- Ó raios! Mesmo assim eu ainda não estou a acreditaire nessa história! Eu quero ver esse tal de radar!

O policial, muito sacana:

- Vem cá que eu te mostro o "radar"... vem...

O português acompanhou o policial até atrás da moita. Uma vez chegando lá o policial tirou das calças o "órgão" e mostrou ao português:

- Tá vendo? Esse aqui é o "RADAR". Que me dizes?

E português começando a reclamar:

- Ai Jesus! É revoltante a desorganização de vocês aqui no Brasil! Lá num outro posto rodoviário um guarda tinha me dito que isso daí é o bafômetro!

Escrito por Dante Denner às 13h03
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03/06/2005


No Serviço de Imigração...

em algum lugar na Europa:

- Nome?

- Abdul Dalah Sarafi.
 
- Sexo?

- Sete vezes por semana.

- Não, não... Macho ou
fêmea?

- Macho, fêmea... Às
vezes um camelo...

Escrito por Dante Denner às 13h43
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A pergunta do indiozinho

Um bravo indiozinho, filho do
chefe Grande Cabeça Negra e
Grossa, aproximou-se do pai
numa manhã de radioso sol
e perguntou-lhe:

- Meu pai, por que é que os
nomes dos Índios são tão
compridos, e não são como
os dos cara pálidas que se
chamam simplesmente
João, Pedro, Paulo ou Zé?

- Filho meu, nossos nomes são
símbolos da beleza natural de
tudo o que acontece na nossa
vida, e representam a riqueza
da nossa cultura na sua forma
de expressão.

- Como assim?

- Explico melhor. Por exemplo,
sua irmã chama-se Lua Cheia
no Grande Lago porque foi
feita numa noite em que eu e
sua mãe passeávamos à beira
dele numa noite de luar; nos
abraçamos, nos beijamos e
o amor gerou a vida dela.

- Hum...

- Também seu irmão chama-se
Grande Corcel das Pradarias
Imensas, porque um belo dia
regressava com sua mãe à
aldeia pela pradaria e, como o
sol estava intenso, resolvemos
descansar, abraçamo-nos,
beijamo-nos e ele foi gerado.

- Ah...

- E o que mais você quer saber,
meu pequeno Camisinha de
Merda Furada Vinda do Paraguai?

Escrito por Dante Denner às 13h40
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02/06/2005


Coceira Real

Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar.

Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da rainha até se fartar.

Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal.

Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.

Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho.

Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado.

Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva de um escorpiano, com ascendente em câncer, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.

O Rei pediu para que Birbal encontrasse alguém que pudesse preencher estes requisitos e, depois de alguns minutos, ele trouxe Amit.

Então Amit, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar à vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo, apertando... Ele fez o que sempre sonhou!

Com seu desejo plenamente realizado e seu libido satisfeito, ele se encontrou com Birbal e se não só se recusou a pagar ao conselheiro como também o escorraçou.

Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei, então não quis cumprir o trato das moedas de ouro.

No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei que, imediatamente, mandou chamar Amit!

Escrito por Dante Denner às 13h20
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Anúncio

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Se você chegou ao final desse anúncio e não se interessou por nenhumartigo, releia-o pulando uma linha.

Escrito por Dante Denner às 13h16
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Regime Caro

O cara era muito, muito gordo e descobriu um spa que garantia resultados realmente rápidos. Chegando lá, pediu informações sobre o preço:
- Bem, nós temos dois pacotes – explicou o gerente. – No primeiro, você paga cem reais e perde 10 quilos em dois dias. No segundo, o preço é maior: mil reais. Mas você perde 30 quilos no mesmo tempo.
Ele se decidiu pelo plano mais barato e foi para seu quarto desfazer as malas. De repente, entra em seu quarto uma loira maravilhosa que diz:
- Se você me pegar, você me come!
Ele saiu feito louco atrás da loira, correu pelo spa inteiro e nada de conseguir alcançá-la. Depois de meia hora correndo, descobriu que já tinha perdido 2 quilos! Ele pensou e concluiu que, se por cem reais tinham mandado um loira daquelas, imagine se pagasse os mil reais! Pensou mais um pouco e resolveu que valia a pena. Já pensou? Um morena, uma ruiva, depois outra loira... Pagou os mil reais e foi pro quarto esperar. Minutos depois, entra pela porta um negão, que vai logo avisando:
- Se eu te pegar, te como!

Escrito por Dante Denner às 13h13
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Camisetas Universitárias

Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformar
uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:
"Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!"

Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:
"Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."

O pessoal de Administração não deixou por menos:
"Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!"

E a Turma de Agronomia mandou esta:
"Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem,
mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"

E não termina por aí!

Depois foi o pessoal de Publicidade:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca
se depois não puder contar pra todo mundo?"

Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e
poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?"

Mas a frase campeã foi realmente a da Economia:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder
contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"

Escrito por Dante Denner às 13h12
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A arte de convencer

Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do
julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:

— Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!

— Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis
males das drogas e convencê-las a largá-las!

— Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas
vocês convenceram!

Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:

— Como foi sua semana, rapaz?

— Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!

— 17 pessoas? — disse o juiz, satisfeito — Que maravilha. O que você disse para elas?

— Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos como estes:


O o

Aí apontei pro círculo maior e disse:

— Este é o seu cérebro em tamanho normal... — e apontando pro menor — E este é o
seu cérebro depois das drogas!

— Muito bem! — aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito — E você? Como foi
sua semana?

— Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!

— 234 pessoas? — exclamou o juiz, pulando da cadeira — Incrível! Como você
conseguiu isso?

— Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei 2 círculos como estes:

o O

— Mas eu apontei para o círculo menor e disse:

— Este é seu cu antes da prisão...

Escrito por Dante Denner às 13h08
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A luta contra a enguia

Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da
sala, conta para a mãe tudo o que viu:
- Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele
ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente
visto que a sua face começou a ficar vermelha. O namorado deve ter percebido e
colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito
tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos
começaram a arfar e a ficar sem respiração. A outra mão dele também devia estar
fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar
para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente.
Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença:
uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de
comprimento. Assim que avistou-a Suzana agarrou-a para impedir que ela fugisse.
Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia! De repente, não sei
por que, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que
não conseguiu e ainda deixou-a escapar.
Nisso o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro,
para que ela não tornasse a escapar. Ao ver isso, Suzana tentou ajudá-lo
deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado
deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles,
corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles. Suzana gemia, gritava e o namorado
quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuavam a
gemer, a mexer até que soltaram um grande suspiro de alívo. O namorado dela
levantou-se e por certo tinham matado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi
dependurada. A Suzana e o namorado estavam cansados da batalha e sentaram-se no
sofá e começaram a confortar-se um ao outro. Para animá-la ele começou a beijá-la
e, diabos me levem se a enguia que estava morta, não voltou a saltar e a luta
recomeçou novamente.
Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, tem sete vidas ou mais! Desta vez a
Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de
uma luta de 35 minutos, acabaram finalmente por matar a enguia. Eu sei que desta
vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela
janela.

Escrito por Dante Denner às 13h08
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Cumunicação

Relatório de Auditoria
De: Equipe de Auditores
Para: Presidência

Assunto: Comunicação Entre os Funcionários

Concluindo o nosso trabalho sobre a comunicação interdepartamental, notamos que
quase todos os funcionários se comunicam de uma maneira estranha e pouco eficiente.
Abaixo seguem as nossas sugestões:

Usar: Não tenho certeza se vai ser possível.
No lugar de: Nem fodendo!

Usar: Sério? Incrível! Impressionante!
No lugar de: Puta que o pariu!

Usar: Claro que isso não me preocupa.
No lugar de: Tô cagando e andando!

Usar: Eu não estava envolvido nesse projeto.
No lugar de: Mas que porra eu tenho a ver com essa merda?

Usar: Interessante, hein?
No lugar de: Caralho!

Usar: Será difícil concretizar a tarefa.
No lugar de: Não vai dar nem fodendo!

Usar: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.
No lugar de: E na bundinha, não vai nada?

Usar: Ele não está familiarizado com o problema.
No lugar de: Este cara é um bosta!

Usar: Desculpe!
No lugar de: Vá pra puta que o pariu!

Usar: Desculpe, senhor.
No lugar de: Vá pra puta que o pariu, seu viado!

Usar: Eles não ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.
No lugar de: Bando de filhos da puta!

Usar: Acho que não posso ajudar.
No lugar de: Foda-se! Se vira!

Usar: Adoro desafios.
No lugar de: Puta trabalhinho de corno!

Usar: Finalmente reconheceram sua competência.
No lugar de: Deu pra quem para virar chefe.

Usar: Por favor, refaça o trabalho.
No lugar de: Enfia essa porra no cu!

Usar: Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.
No lugar de: Ah! Se eu pego o filho da puta que fez isso!

Usar: Os índices de produtividade da empresa estão apresentando uma queda sensível.
No lugar de: Esta merda tá indo pro buraco!

Usar: Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.
No lugar de: Agora fodeu de vez!

Usar: Desculpe, eu poderia ter avisado.
No lugar de: Eu sabia que ia dar merda!

Atenciosamente

Arthur Anderssen & Claybon Auditores Associados ao Clube dos Cafajestes S/A

Escrito por Dante Denner às 13h08
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Meia e Inteira

O cara foi a um puteiro e, chegando lá, havia uma tabela:

Meia - R$15,00

Inteira - R$30,00

A fila para a meia estava enorme, mas não tinha ninguém na fila para inteira.

Como ele estava com dinheiro, resolveu entrar na inteira mesmo.

Depois de pagar os R$30,00 ele entrou em uma sala circular, com as paredes e o teto
espelhados e uma loira fenomenal deitada em uma enorme cama redonda.

Empolgadíssimo com os 30 reais mais bem gastos da sua vida ele pulou em cima da loira.

Quando a coisa começou a ficar quente, ela tirou um espanador da gaveta do criado
mudo e disse:

– Você só vai me comer se deixar eu enfiar esse espanador no seu cu!

– O quê? – perguntou o cara, espantado – De jeito nenhum!

– Então pode ir embora! – disse a loira.

Então ele olhou pra loira, com os seus seios fartos, seu corpo malhado... E olhou
para o espanador que, pensando bem, nem era tão grande assim.

Como ninguém ia saber do ocorrido e ele ia comer uma das melhores mulheres da sua
vida, ele resolveu aceitar.

Foi uma das melhores transas da vida dele! No dia seguinte ele estava de volta só
que, dessa vez, só tinha 15 reais. Teve que entrar na fila da meia.

Depois de pagar os R$15,00 ele chegou numa espécie de arena, com vários andares de
arquibancada, lotada.

No centro da arena, havia uma redoma de vidro. Dentro da redoma, lá estava a loira
fenomenal do dia anterior, com o corpo todo besuntado de óleo. Junto com ela, um
anão.

Toda vez que o anão se aproxima e tenta meter na loira, escorrega no óleo e cai.

O sujeito começa a achar aquilo muito sem graça e comenta com um cara que estava ao
seu lado:

– Amigo, é isso aí que é a meia? Qual a graça?

E o cara:

– É que hoje tá meio fraco mesmo... Mas ontem, tinha um cara com um espanador no cu
que foi um sucesso!

Escrito por Dante Denner às 13h07
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Passaporte para o céu

Observando a grande bagunça que tinha virado o céu com tantas pessoas entrando,
tanto movimento, São Pedro decidiu tomar algumas providências.

— Vamos mudar tudo! — disse ele, para os anjos-funcionários

— Agora para entrar no céu a pessoa tem que contar a história da sua morte... Se a
história for muito triste, a pessoa entra... Senão fica no purgatório, no inferno!
Se vira! Ah, isso aqui está ficando muito cheio!

dia seguinte o céu estava todo cercado com portões altos e formou-se uma grande
fila na portaria. E o anjo Gabriel foi orientando o pessoal:

— Gente! O negócio é o seguinte: cada um de vocês vai contar como morreu e eu vou
decidir se vocês vão ou não entrar no céu, OK?

Então o primeiro homem da fila começou a contar sua história:

— Eu estava desconfiando que minha mulher estava me traindo então hoje cheguei mais
cedo no meu apartamento, no décimo segundo andar, pra pegar ela no flagra.

— Quando eu cheguei ela estava pelada na cama, mas eu revirei a casa inteira e não
achei ninguém! Quando já estava desistindo, olhei pra sacada e vi duas mãos
penduradas... Ah, era o desgraçado!

— Não pensei duas vezes, fui até a sacada e pisei nas mãos dele até ele cair... Mas
o filho da mãe caiu em cima de um toldo e sobreviveu... Aí corri pra dentro de casa
pra pegar a coisa mais pesada que tivesse e jogar em cima dele.

— Reuni minhas forças, carreguei a geladeira até a sacada e joguei no miserável...
Acertei em cheio! Mas fiz tanta força que fiquei tonto e caí, bem em cima do
imbecil... Aí eu morri...

— É, boa história! — disse o anjo, ainda meio confuso nessa nova função — Pode
entrar... Próximo!

— Er, oi anjo! — disse o próximo sujeito da fila — Eu estava no meu apartamento, no
décimo terceiro andar, fazendo meus exercícios diários na sacada e, de repente,
perdi o equilíbrio e escorreguei...

— Por sorte eu me agarrei na sacada do apartamento de baixo, mas quando estava me
erguendo, apareceu um maluco pisando nas minhas mãos e gritando... Aí não teve
jeito!

— Caí de lá de cima... Por sorte, caí em cima de um toldo aí pensei "Estou salvo",
mas o maluco não se deu por satisfeito e jogou uma geladeira em cima de mim! Aí eu
morri, né! Fazer o quê...

anjo se esforçou pra segurar o riso e mandou ele entrar.

Então veio o terceiro homem da fila:

— Olha, você não vai acreditar, mas eu estava pelado, dentro de uma geladeira...

Escrito por Dante Denner às 13h06
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Luvas de lembrança

O namorado está em Nova Iorque e resolve mandar uma lembrança para a namorada.
Entra em uma loja e escolhe um finíssimo par de luvas. Pede para a balconista
embrulhar enquanto vai ao caixa. Descuidadamente, a balconista entrega-lhe outro
embrulho, com uma calcinha de nylon.
Sem saber do engano, o namorado envia o presente com um bilhete:
- Querida: para mostrar que, mesmo estando longe, não me esqueço de você, envio-lhe
esta surpresa; mesmo sabendo que você não usa, pois sempre que saímos juntos, nunca
vi. Gostaria de estar aí para ajudá-la a vestir. Fiquei em dúvida quanto à cor, mas
a balconista disse que esta não descora nem mancha. Ela experimentou para eu ver e
ficou muito bem, apenas um pouco larga na frente, mas ela disse que é para os dedos
mexerem mais à vontade e a mão entrar mais facilmente. Depois de usá-la, vire pelo
avesso e ponha talco para evitar o mau cheiro. Espero que fique satisfeita tanto
quanto eu, pois ela vai cobrir aquilo que em breve lhe pedirei.

Escrito por Dante Denner às 13h06
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O marido filho da puta

Uma mulher entrou na igreja para confessar-se com aquele padre muito sacana:
- Padre, o meu marido é um filho da puta!
- Não diga isso, minha filha! Afinal ele é o seu marido!
- Mas ele é um filho da puta mesmo, seu padre! Veja só o que ele me aprontou:
ontem, eu estava deitada no sofá vendo televisão ele chegou e colocou a mão na
minha perna.
- Mas eu também estou colocando a mão na sua perna e não sou filho da puta!
- Depois, seu padre, ele levantou a minha saia.
- Eu também estou levantando a sua saia e não sou filho da puta!
- Mas, depois ele tirou a minha calcinha!
- Eu também estou tirando a sua calcinha e não sou filho da puta!
- Mas depois ele me comeu!
- Eu também estou te comendo e não sou filho da puta!
- Mas, padre, depois de me comer ele me disse que estava com Aids!
- Filho da Puta!

Escrito por Dante Denner às 13h05
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O Famacêutico

O farmacêutico entrega o preservativo para o rapaz, este paga e vai embora. Cinco
minutos depois está de volta e pede outra camisinha.

— Lembrei-me que a prima da minha namorada também vai estar lá... e ela é muito
bonita! Talvez ela se interesse por mim... acho melhor garantir!

O rapaz embolsa a segunda camisinha e vai embora. Logo depois está de volta.

— Sabe, moço! Eu estive pensando e acho que seria melhor eu levar mais uma. Eu ouvi
que a mãe dela gosta de rapazes novos e quem sabe ela também se interesse por mim.
À noite, no jantar com a namorada, a família toda reunida à mesa, o rapaz permanece
o tempo inteiro no mais absoluto silêncio. A certa altura, a menina cochicha para o
rapaz:

— Puxa, querido! Você não falou uma palavra! Não sabia que você era tão tímido!

— E nem eu sabia que o seu pai era farmacêutico!

Escrito por Dante Denner às 13h05
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